As Flautas de São Paulo

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Dirigido por César Villavicencio e Ricardo Kanji, As Flautas de São Paulo é um conjunto único no Brasil, que reúne músicos de quatro gerações que se dedicam à flauta doce e à pesquisa e interpretação da música antiga.

O grupo faz uso de um “consort” completo de flautas Praetorius feitas à mão pelo construtor Bob Marvin no Canadá, em conjunto com o alaúde do renomado instrumentista Guilherme de Camargo. Estes 13 instrumentos são adequados para executar a música da Renascença. As Flautas de São Paulo também possui 20 flautas em diapasão moderno para a interpretação do repertório contemporâneo e um conjunto de 5 flautas Bressan para interpretar a música inglesa e francesa do século XVIII. Desde sua formação, em novembro de 2012, o conjunto realizou concertos no Festival de Música Antigua de Lima, Peru, no Festival de Música Antiga de Alcântara (MA), no Congresso da Asociação Nacional de Pós graduação e Pesquisa em Música (Anppom) em Natal (RN), no Festival de Música Antiga de Alegre (ES), na I Mostra de Flauta Doce da UDESC, Florianópolis (SC) e na Semana de Música Antiga da UFMG em Belo Horizonte (MG), tendo o flautista Han Tol como convidado. Também em 2012, As Flautas de São Paulo realizou o I Encontro de Flautas Doces da Barra do Sahy, São Sebastião (SP), e estreou, em 2014, uma composição de Alexandre Lunsqui para cinco flautas no Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp), São Paulo.

 

A formação de consort de flautas e alaúde era muito usada na Inglaterra no século XVII. As apresentações destes concertos eram feitas em salões ou igrejas. Estes locais eram lugares com uma acústica reverberante que favorecia a difusão do delicado som destes instrumentos. Para este programa, em formação de quinteto de flautas e alaúde, resolvemos nos aliar à tecnologia tanto para facilitar o equilíbrio entre o consort de flautas doces e o alaúde quanto para fazer possível a apresentação do conjunto em salas de concerto de hoje. Este sistema faz uso da última tecnologia para obter uma discreta amplificação que tem o objetivo de virtualmente envolver o público em uma percepção virtual do espaço deixando preservada a naturalidade do som acústico dos instrumentos.