Escape Quarteto

O Escape é uma ideia, é uma evasão, um refúgio, formado pelos músicos Gustavo Nunes (clarone/clarinete), João Prado (flauta), Emilia Borja (vibrafone) e Matheus Pezzotta (violão). A formação inusitada do grupo contribui para que o som produzido resulte em uma multiplicidade timbrística apontando para diferentes texturas e caminhos sonoros menos utilizados. Além disso, cada instrumentista explora as características idiomáticas de tocar seu instrumento, obtendo sons pouco correntes. O repertorio interpretado foi pensado a partir de elementos do próprio ensaio, inspirado em músicas autorais ou arranjos próprios de peças de diferentes compositores, onde se mistura som e movimentos cênicos a fim de levar a plateia uma fruição estética híbrida.
A proposta está direcionada para todas as pessoas que desejem ter uma experiência diferente e se deixar entregar ao deleite do som. A construção de repertorio trata-se, principalmente, da pesquisa de novas sonoridades, releituras de obras instrumentais de diversas estéticas, improvisações nas suas mais diversas vertentes, de forma espontânea e horizontal criando a individualidade sonora do grupo. Cada integrante, além de essencial no processo criativo, é a conjuntura de três interfaces: instrumentista, compositor e crítico. Tende-se neste trabalho mover-se em direção à diálogos com a produção atual: músicos em atividade, estéticas da contemporaneidade, contato com novas mídias e possibilidades de expressão de musica aliada à tecnologia.

Criar diálogos com outras vertentes artísticas é o proposito deste grupo no sentido da interação e fomentação das mais diversas linguagens artísticas.

Tendo em vista o circuito proposto neste projeto, que foge do estilo tradicional de apresentações, o Escape é uma proposta que se formou em torno da música erudita, favorecendo os novos modelos apresentados no século XX, levando assim a acessibilidade da circulação desta sonoridade.

Neste sentido estabelecer a formação de um grupo que dialoga com linguagens híbridas, poucos existentes no meio será o grande diferencial na apresentação.